Domingo, 22 de Abril de 2007

BUNDÃO que loucura


publicado por Bundas às 00:02
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Sábado, 21 de Abril de 2007

Para os amantes de bundas

 


publicado por Bundas às 23:34
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Bunda incendiaria

Esta não é uma simples história de ménage, é quase uma declaração de amor.

Relato somente agora, depois de tanto tempo, porque alguma coisa parecia travar-me. Algo como se estivesse contando um segredo muito íntimo e violando um momento explosivo e inesquecível em minha vida. Ou, melhor dizendo, em nossa vida, já que o caso envolve a minha boa e amada mulher.

Depois de conversar com ela, decidi escrever este relato recheado de tesão e emoção.

Tenho 35 anos, a mesma idade dela. Estamos casados há bastante tempo, o suficiente para termos filhos adolescentes.

Somos muito unidos, mas isso nunca impediu que déssemos nossas escapadelas. Tudo muito natural, sem envolvimento emocional. Porém, nesses casos, há sempre um porém. Minha mulher tinha uma amiga que sempre me atraiu. Seu nome era Vera e, por coincidência, gerente de um fast-food próximo do meu local de trabalho.

Cheguei a dar uns toques em Jurema, minha mulher, mas de nada adiantou. Talvez eu estivesse sendo muito sutil. Mas o fato é que tudo o que eu dizia sobre Vera parecia entrar por um ouvido e sair pelo outro. Percebi que a pretendida aproximação dependeria apenas e tão somente de meus méritos. Fui à luta.

Passei a comer quase todos os dias aqueles amaldiçoados hambúrgueres mesmo correndo o risco de contrair uma úlcera. Vera era simpática, atenciosa e parecia estranhar o meu repentino gosto e apetite por dois lanches. Era a minha deixa e parti para uma abordagem mais direta. Na primeira oportunidade, tasquei-lhe uma pergunta no mínimo embaraçosa: “Como vai a sua vida sexual?” Um sorriso tímido foi sua resposta, logo emendada pelo atendimento de um providencial telefonema. Ela é jovem, tem cabelos loiros longos e um corpo superjeitoso, que, com certeza, provoca tesão em muitos homens.

Aproveitei a hora do fechamento da lanchonete para dar minha cantada fatal. Levei uma garrafa de vinho e, enquanto ela fazia o acerto do caixa, fui servindo-lhe a bebida. O papo com ela e a idéia do que estava para rolar deixaram meu membro duro como pedra. Não resisti e arrisquei um “olha como você está me deixando. É sempre assim. Tenha dó e dê um pouco de atenção a este seu amigo”. Nem precisei continuar meu discurso. Enquanto dispensava os dois últimos empregados, dizendo que ela mesma fecharia a casa (a porta de aço já estava baixada), encostou sua bunda maravilhosa em meu cacete. Minha sorte foi que Vera já estava há algum tempo sem namorado fixo, o que significava, com toda a certeza, que estava um bocado carente. Eu estava muito a fim de transar com ela ali mesmo, mas a prudência recomendava outra saída. Motel, nem pensar, tenho trauma desses lugares desde que fui vítima de um assalto em um deles. Restava a casa dela, porém ela ainda estava indecisa, pensando em como isso poderia acabar sua amizade com minha mulher. Tentei explicar-lhe que não era por aí, mas de nada adiantou. Para resumir a história, acabei por não comê-la naquela noite, porém esporrando na cueca e ficando com uma ridícula e comprometedora mancha na calca, como um adolescente depois do malho na namorada.

Deixei a transa para o dia seguinte, ou para quando desse. E, no dia seguinte, lá fui eu, no fim da tarde, desta vez com uma garrafinha de uísque, algo mais substancial e proporcionalmente mais explosivo quando o assunto é sexo. O problema agora passara a ser meu e eu já tinha um plano. O recurso do sentar no colo voltou a se repetir, só que desta vez por baixo do vestido, em contato direto com a maravilhosa bundinha que não vestia nenhuma calcinha. Foi um choque e uma lembrança óbvia e adolescente. No carro, ou melhor, no estacionamento. Naquela hora, a garagem já deveria estar às moscas. Rumamos como loucos, como dois namoradinhos, para o carro e lá Vera voltou a sentar no meu colo.

Assim que ela se acomodou sobre o meu colo naquele estacionamento vazio, abri o zíper e fiz com que meu caralho pulasse para fora. Vera estava super excitada e por isso mesmo lubrificada o suficiente para que meu cacete deslizasse para dentro dela com uma incrível facilidade. Segurando o volante do carro, ela rebolava para que meu cacete entrasse e saísse com uma incrível velocidade. Sua boceta era um vulcão, quente e envolvente.

Uma coisa decididamente arrebatadora.

O zíper estava incomodado e, por isso, decidi abaixar totalmente a calça. Ela voltou a sentar e a rebolar. E, quanto mais ela rebolava, mais aquela bunda me atraía. Lambi sua orelha e pedi a ela que deixasse colocar só um pouco em seu cuzinho. Vera topou na hora. Ajeitou-se como pôde e foi descendo a bunda para que eu pudesse encostar minha glande em seu buraquinho. Como meu pau estava muito duro e já bastante lubrificado com sua seiva abundante, não foi muito difícil penetrar aquele botãozinho. Ela gemeu um pouco, mas, quando passei a masturbar sua bocetinha, ela relaxou e abriu o caminho para que eu entrasse com tudo. Eram dois corpos unidos num só prazer. Nós dois corcoveamos e fizemos o carro balançar mais do que numa estrada esburacada. Gozamos juntos, em uma só explosão. Nem sei quantos orgasmos Vera teve, assim como a quantidade de porra que jorrei em seu canal.

Lambuzada e satisfeita, Vera despencou para o banco do lado. Deu-me um beijo e disse que queria ser minha amante. Foi aí que as coisas poderiam ter se complicado. Entusiasmado com a proposta de Vera, na mesma noite contei à minha mulher tudo o que havia acontecido. Estava convencido de que era um momento delicado mas definitivo para provar a mim mesmo e à minha mulher que um casamento não é apenas sexo e que ele pode ser compartilhado de muitas outras formas. A inclusão formal de uma terceira pessoa em nosso relacionamento poderia decretar o fim das escapadelas e das traições consentidas.

Acho que meus argumentos a convenceram e logo no primeiro final de semana, após a transa com Vera, tivemos nosso primeiro ménage. Tudo correu maravilhosamente bem, coroado pelo sexo anal com nossa amiga. Uma doce loucura que durou bastante tempo. Até que, para nossa frustração, Vera se casou, uma nova condição que poderia complicar nosso relacionamento, já que seu mando é um tanto ciumento. Mas, como tudo na vida muda, quem sabe não possamos ainda, um dia, tentar um swing? A lembrança de todas aquelas noites, principalmente da minha primeira transa com Vera, faz meu corpo renascer. Sei que essa história está levando até vocês um pouco da experiência de um homem adulto e saudável, para quem o sexo pode ser a melhor coisa do mundo, quando consentido e equilibrado.


publicado por Bundas às 21:21
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Sexta-feira, 20 de Abril de 2007

Comer uma grande bunda

 

Trabalhava na recepção da empresa e atendia diretamente à chefia na parte de correspondências e relações públicas. Sempre foi a garota mais assediada pela turma. E não poderia ser diferente: morena cor de jambo, 22 anos, cabelão até a cintura, preto, levemente avermelhado, todinho cacheado. Dona de um par de pernas longas, coxudas e de uma BUNDA que tirava qualquer um do sério. Um popozão grande, largo, redondo e, acima de tudo, empinado. Parecia o da Sheila Carvalho, mas bem mais arrebitado. A galera brincava que ela conseguia carregar uma xícara de café em cima do traseiro sem deixar cair...Exageros à parte, o seu bumbum era famoso em toda a empresa. Não tinha um homem sequer que não virava para o lado para dar uma "olhadinha"...

E para sacanear ainda mais, ela usava o clássico uniforme de recepcionista: blusa branca e calça de tergal azul-marinho bem justa que desenhava direitinho a calcinha dela. Eu disse calcinha? Na verdade, ela só vestia tanguinha tipo asa delta que formava um minúsculo triângulo na frente e atrás. Não tinha coisa mais excitante do que ver aquela marquinha afundada no meio do seu popozão. A vontade era cair de boca, colocá-la de quatro e chupá-la toda.

Sempre fui um dos mais judiados pelo traseiro da Ju. Como minha mesa ficava de frente à da chefe, quando vinha trazer os documentos para que ela assinasse, a Ju ficava de costas, bem no meu rumo, rebolando aquela bunda maravilhosa. Ao inclinar o corpo para frente para ajudar a separar os papéis, o bumbum dela dava uma levantada que me deixava maluco. O jeito era disfarçar, colocando uma pasta em cima da calça para esconder a barraca. Às vezes, acho que a Ju fazia de sacanagem, mas na verdade ela era um pouco ingênua, pois quando a turma ficava agitada diante daquela visão deslumbrante, ela, com a cara mais inocente do mundo, perguntava o que estava acontecendo.

Obviamente, todos, na maior cara-de-pau, respondiam:

– É o calor....

Éramos um bando de tarados!!!

Infelizmente, a Ju tinha namorado. Um sujeito tipo mauricinho, metido à besta que costumava tratá-la mal na frente dos outros. Se dependesse da vontade da turma, ele levaria a maior surra, pois a Ju era uma gracinha, educada, super carinhosa, incapaz de tratar qualquer um com grosseria.

Acho que a empresa toda era apaixonada por ela, especialmente pela sua bunda.

Como não podia ser diferente, nas conversas entre os colegas de trabalho, o assunto preferido era SEXO. Como o tema mais discutido atualmente é o tamanho do pênis, a mulherada, principalmente, ficava questionando se tamanho é documento ou não.

Um dia desses, fizemos uma brincadeira, onde todos tinham que revelar o tamanho da sua "ferramenta". A medidas giravam em torno de 15, 16, 17 e até 20 cm! A verdade é que pesquisas mostram que a medida média do pênis do brasileiro é cerca de 14 cm e por isso, com certeza, todos procuravam aumentar um pouquinho o comprimento do próprio pau para não fazer feio no meio da turma.

Quando chegou minha vez, disse a verdade, sem o objetivo de aparecer e sem saber as consequências disso:

– O meu deve ter uns 20 cm de comprimento por 10 de circunferência.

Inesperadamente, a Ju, que até então participava calada da conversa, inocentemente, soltou um sonoro "Nooossa!!!".

O pessoal não perdoou:

– Gostou, Ju? O do seu namorado é pequenininho?.

Imediatamente, o rosto dela ficou vermelho feito pimentão. Morta de vergonha, levantou e saiu toda emburrada.

– Vocês são todos uns bobos - disse.

Eu já tinha percebido que sempre que rolava assunto sobre sexo, a Ju nunca falava nada. Ficava só escutando, com os olhos baixos, demonstrando que, apesar de sua idade, era pouco experiente na área. Na minha opinião, o namorado dela não passava de um babaca que não sabia dar o trato necessário naquela gostosura toda e, além disso, devia ter o pinto pequeno.

Na última sexta-feira do mês, a firma sempre promovia uma reunião de confraternização, no salão de reuniões, para todos os funcionários e a Ju era a responsável por organizar o evento. Em um desses encontros, ela veio super gatinha, bem maquiada, com o cabelo escovado, vestindo uma sainha azul-marinho, um palmo acima do joelho e com sua inseparável tanguinha asa-delta enterrada no traseiro. Nesse dia, o bumbum dela parecia maior ainda do que de costume e mal cabia na sainha. Volumoso, empinado, redondinho, uma delícia.

Enquanto ela andava apressada, para lá e para cá, preocupada com os detalhes da reunião, eu a observava, doido de vontade de agarrá-la.

De repente, ela deixou cair um monte de papéis no chão. Sem perceber que eu estava na sala, abaixou-se para apanhá-los. Fiquei louco quando vi aquele bundão empinando para o alto, deixando à mostra sua buceta coberta por uma calcinha branca. A Ju ficou nessa posição alguns minutos, o suficiente para que o meu pênis assumisse a posição de ataque. Cresceu uma enormidade debaixo da cueca e, como já falei, ele é um pouco avantajado.

Quando a Ju levantou, levou o maior susto:

– Desculpe Rodrigo, não tinha visto você aqui. Eu sou mesmo desastrada, deixei tudo cair no chão.

– Não se preocupe, se quiser eu ajudo você - respondi.

Percebi claramente que, por mais que ela tentasse fingir, seu olhar apontava para a minha calça.

Enquanto conversávamos, notei os bicos dos seus seios despontarem na blusa. Sem querer deixá-la mais envergonhada ainda, apanhei o restante dos documentos e entreguei nas suas mãos. Só nessa hora, percebi o quanto ela é cheirosa. Aquele aroma natural misturado com um perfume suave me deixou ainda mais excitado. Percebendo que estava pintando um clima entre nós, ela agradeceu e se despediu agitada, sempre encarando o meu pinto.

Ao final da reunião, encontrei a Ju sozinha no canto do corredor com uma carinha triste de dar dó. Perguntei o que tinha acontecido. Ela explicou que o namorado dela havia ligado dizendo que não poderia vir apanhá-la porque o carro dele havia estragado.

– Já é quase meia-noite e morro de medo de ficar no ponto de ônibus a essa hora. Acho que vou chamar um táxi - reclamou.

Sem imaginar o que poderia rolar, ofereci uma carona até a casa dela, apesar de ficar do outro lado da cidade, bem fora de mão para mim.

– Mas eu moro longe- disse.

– Aposto que sua namorada vai achar ruim - dando a entender que a carona poderia trazer algum problema para mim.

– Quem disse que eu tenho namorada? Mas mesmo se tivesse, não deixaria uma gatinha como você ir sozinha para casa a essa hora - disse para valorizar a carona.

– Então, se assim, eu aceito. Minha mãe morre de medo que eu ande à noite sozinha e justamente hoje ela viajou para visitar meu tio que está doente.

Durante o caminho - longe pacas - conversamos e rimos muito e percebi que crescera uma intimidade que até então nunca existiu entre nós. Apesar de nos vermos todos os dias, não sobrava oportunidade para conversarmos mais reservadamente.

Depois de quase uma hora de viagem, finalmente chegamos à casa dela.

Já era quase 1 da madrugada. Ficamos alguns minutos parados dentro do carro nos despedindo e relembrando alguns momentos da reunião, quando ela olhou o relógio e perguntou:

– Nossa, já está tarde. É perigoso ficar aqui fora, você não quer entrar um pouquinho? Minha mãe, antes de viajar, fez um bolo muito gostoso.

Sem pensar duas vezes, aceitei o convite.

Ju era filha única e morava sozinha com a mãe que era viúva.

Educadamente, resolveu me mostrar a casa, pedindo desculpas pela bagunça. Começou logo pelo seu quarto. Pareceria quarto de adolescente, cheio de bichinhos de pelúcia. Foi aí que ela percebeu que havia esquecido a gaveta de lingeries aberta onde estavam as várias tanguinhas que costumava usar.

Na hora me deu um tesão enorme em imaginar cada peça daquela enfiada no seu bumbum delicioso. Perguntei qual modelo ela gostava mais.

– Gosto mais dessa aqui - mostrou um modelo todo furadinho, com um coraçãozinho no centro.

Fiquei imaginando como uma calcinha tão pequenininha poderia caber naquele corpão todo.

Decidi desafiá-la:

– Duvido que você caiba nessa tanguinha.

– Você está me chamando de gorda? Se quiser eu a visto agora mesmo para te provar que ela cabe em mim - reclamou ao mesmo tempo que parou na minha frente, pondo as mãos na cintura, com um olhar de menina sapeca.

Aquela cena me deixou cheio de desejo em agarrá-la, mas resolvi ir com jeito e a desafiei novamente:

– Não acredito, você tem um bumbum muito grande e essa calcinha não entra em você de jeito nenhum. Só acredito vendo.

Imediatamente, ela pegou aquela minúscula tanguinha e correu para o banheiro.

Cinco minutos depois, apareceu apenas de sutiã e vestida com a calcinha de coraçãozinho. Meu pinto deu um pulo na cueca quando vi seu corpo por inteiro. Um quadril largo e cheio de curvas cercado por um paninho que mal tapava a frente. A calcinha tinha apenas uma tirinha que cercava sua cintura.

– Viu? Não falei que cabia - disse em tom de vitória, virando de costas e balançando aquela bunda maravilhosa.

Nunca tinha visto um bumbum tão farto e tão bem desenhado. Lisinho, enorme, dividido no meio por um triângulo de pano que quase não se via de tão escondido no meio daquela protuberância toda.

Doido de tesão, meu pênis começou a forçar passagem e a essa altura já não havia como disfarçar meu desejo por ela.

Ao observar a minha calça que estava marcada pelo desenho do meu pau, olhou para mim e perguntou, toda encabulada:

– Rodrigo, desculpe a indiscrição, mas é verdade que o seu pênis mede 20 cm? Aquele dia que você contou para todo mundo eu fiquei imaginando um homem com um pau tão grande assim.

– Agora é a minha vez. Você está duvidando de mim? Se quiser eu mostro para você - disse em tom de brincadeira, sem acreditar que ela toparia a parada.

– Se eu te pedir, você mostra? Você pode até pensar mal de mim, mas eu morro de curiosidade.

Sem esperar outra chance, tirei o cinto, desabotoei a calça e finalmente pus para fora meu membro.

Modéstia a parte, um belo cacete, comprido, grosso e de cor avermelhada que a esta altura já tinha atingido seu tamanho todo.

Ju arregalou os olhos e ficou estática admirando meu cacete. Vi quando o bico dos seios despontaram através do sutiã.

– Rodrigo, mas é muito grande! Mulher nenhuma aguenta isso. E eu que pensei que o do meu namorado era grande. O seu pênis deve ser quase o dobro do dele.

– Quer pegá-lo? - perguntei.

– Nada feito. Afinal de contas, você nem é meu namorado - tentou disfarçar sua vontade.

– Segura só um pouquinho para você sentir bem o tamanho - insisti.

Ela, então se aproximou de mim e com um jeitinho malicioso, agachou-se e segurou levemente no meu cacete, não acreditando no que estava vendo.

Ao sentir sua mãozinha tentando cercar o meu pau quase morri de tesão. Ju ficou apertando e alisando o meu pau por algum tempo, admirada com o tamanho e a forma.

Com o pinto apontado para o seu rosto, perguntei se não gostaria de chupá-lo.

Receosa, respondeu:

– Nunca fiz isso, não sei se devo.

– Experimente, você vai gostar - sugeri.

Ela, meio sem jeito, colocou um pau pela primeira vez na boca.

A princípio, estranhou o gosto salgado, mas aos poucos passou a sugá-lo com vigor. Não forcei contra a garganta dela para não assustá-la e deixei que ela brincasse à vontade com ele.

Aos poucos foi perdendo o pudor. Enquanto o chupava, Ju o punhetava levemente para cima e para baixo. Nesse ritmo, sua saliva escorria pela base do meu pênis. Profundamente excitada com o seu novo "brinquedinho", por momentos, Ju tirava meu pau de sua boca e, com um olhar guloso, ficava admirando-o, balançado-o para os lados, como que sem acreditar no que via.

– Eu quero você - sussurrou de olhos fechados.

– Promete que vai ser carinhoso comigo, promete?

Aquele pedido tão carinhoso soou como uma ordem. Decidi refrear meus instintos selvagens e procurei usar meu "instrumento" o mais cuidadosamente possível para não machucar sua bucetinha.

Dei um beijo em sua boca e a carreguei para a cama. Tirei seu sutiã e passei a beijar seus seios que não eram grandes, porém bem durinhos. Ju tremia de prazer e se contorcia toda. Minha boca, então, passou a escorregar pelo seu corpo e demorou um longo tempo em torno de sua barriguinha, perfeitamente trabalhada a custa de muitas horas de academia. A cada lambida em seu umbigo, Ju, soltava um gemido, enquanto segurava minha cabeça, alisando meus cabelos.

Cheguei, então, onde tanto queria. Com a boca tentei puxar sua calcinha, mas em vão. Estava fortemente apertada em torno de suas vigorosas coxas. Percebendo minha dificuldade, Ju ajudou a tirá-la. Para facilitar a retirada de sua tanguinha, balançava sensualmente os quadris. Pedi a ela, então, que deixasse completar o serviço. Cada centímetro para baixo, descobria sua bucetinha que para o meu prazer estava toda depilada nas laterais, com uma pequena faixa de pelinhos acima de sua racha.

Apesar de coxuda, Ju tinha uma bucetinha pequena e gordinha. Sua racha fazia um riozinho bem desenhado que desaguava no seu ânus, este cercado por alguns cabelinhos.

Suspendi as pernas de Ju para melhor observar seu rabinho. Que cuzinho mais saboroso. Passei a pincelá-lo com a língua. A cada lambida, Ju dava uma tremidinha, talvez pouco habituada a uma lambida no rabo.

Senti que Ju era todinha minha.

Tinha nas mãos um tesouro que merecia um tratamento todo especial.

Quando comecei a chupar sua bucetinha, ela soltou um delicioso gemido e apertou fortemente minha cabeça contra o seu corpo. Que bucetinha linda e cheirosinha. Tão delicada e ao mesmo tempo tão suculenta.

Descobri o quanto Ju era inexperiente em matéria de sexo. Ao chupá-la, confessou que seu namorado nunca tinha feito sexo oral com ela.

– Ele acha nojento - disse.

"Que babaca", pensei, "como um homem pode deixar de gostar de chupar uma perereca tão gostosinha como essa". Para não chateá-la, evitei comentar sobre o assunto e continuei a chupá-la.

Preparando-a para a etapa seguinte, passei a esfregar meu pau contra o clitóris dela, procurando estimulá-la ao máximo. Quanto mais esfregava, um suco escorria de sua vagina, provando o quanto Ju estava excitada.

Dava também leves tapinhas com a cabeça do meu cacete na entrada da bucetinha dela. Já não aguentando mais de vontade de meter nela, levantei-me e tirei uma camisinha da minha carteira.

Deitei-me novamente sobre ela e enfiei suavemente a cabeçona de minha pica na sua bucetinha. Nessa hora, Ju deu um grito e cravou as unhas nas minhas costas, abrindo o máximo possível as pernas para que eu pudesse penetrá-la. Quanto mais afundava meu mastro na sua bucetinha, sua respiração se tornava mais ofegante. Apesar de totalmente lubrificada, meu pau sentia uma resistência para avançar na sua gruta. Ju tinha uma buceta bem apertadinha e não estava acostumada a cacete de calibre maior.

Passei a penetrá-la com mais vigor, procurando não enfiar tudo para não feri-la. Ju gemia e sussurrava palavras desconexas. De vez em quando, soltava um repentino "ai", deixando a entender que eu atingira o ponto máximo que meu pênis podia ir. Não forcei além disso, pois como disse, sua bucetinha não estava preparada ainda para encarar uma rola muito grande.

Nesse compasso frenético de ir e vir, meu pênis ia aos poucos alargando sua xoxotinha. Ju soltava gritos de prazer:

– Ai, que delícia, que delícia...

Cada vez mais, tremia sob a ação de meu pinto. Finalmente, ela teve o primeiro orgasmo que meu pênis presenciou ao sentir as contrações fortes de sua vagina. Por uns instantes, seu corpo desfaleceu e sua respiração ficou trêmula.

Resolvi provar a Ju o quanto o babaca do namorado dela não passava de um banana. Delicadamente, a coloquei de lado, dobrei levemente uma de suas pernas e agachado nas minhas próprias pernas a penetrei de ladinho, uma das minhas posições preferidas. Ainda não havia gozado e tinha certeza que dava para proporcionar a ela mais um orgasmo.

Ju, naquela hora, se mostrava totalmente dominada. Quanto mais bombava mais ela gemia e delirava.

– Você é gostoso demais, nunca senti o que estou sentindo. Me ame, me ame, por favor...

Suas palavras me deixavam mais excitado ainda a ponto de não aguentar mais e assim gozei pela primeira vez na sua bucetinha. Já sem forças, Ju sentiu também mais uma vez.

Depois de tanto esforço, abracei seu corpo suado e fiquei respirando o doce perfume de seus cabelos que invadia o quarto. Ficamos grudadinhos um no outro por vários minutos.

Ju ainda estava relaxando, quando meu pinto começou a dar sinal de vida novamente.

A visão do seu enorme bumbum, que eu alisava com as duas mãos, me deixou seco para comer o cuzinho dela.

Coloquei-a sobre mim e, num tradicional 69, voltei a chupar a sua bucetinha. A essa hora, Ju já tinha perdido a vergonha e mamava gulosamente o meu cacetão. Por vezes, chegava a mordê-lo de tanta ânsia em colocá-lo todo na boca.

Cuidadosamente, molhei meu dedo na saliva e enfiei um dedo no seu ânus. Imaginei que era virgem. Enquanto rosqueava, Ju balançava o bumbum, dando a entender que estava gostando. Meti o segundo dedo e continuei a alargar seu cuzinho, preparando para a hora de enfiar minha pistola. Quando coloquei o terceiro dedo, Ju deu um gritinho e falou que estava doendo. Deduzi que sem creme, não ia rolar nada.

Perguntei se ela não guardava algum tipo de creme no quarto dela.

– Para que? - perguntou inocentemente.

– É que para fazer sexo anal é preciso lubrificar um pouquinho para facilitar a penetração - expliquei.

Ju, então, surpresa com resposta, indagou:

– Mas eu nunca fiz atrás, me disseram que dói muito.

– Eu te juro que se doer demais eu paro. Pode ficar tranquila que vou fazer a coisa bem devagarinho - tentei acalmá-la.

– Mas, Rodrigo, a gente mal se conhece. Não sei se devo - disse com uma vozinha dengosa.

– Experimente, você vai gostar - insisti novamente, com medo de que Ju não deixasse realizar minha grande fantasia: comer o bumbum dela!

Enquanto acariciava meus cabelos, ficou pensativa até que abriu um sorriso e disse.

– Tá legal, eu deixo, mas jura que se doer você tira? Seu pinto é muito grande".

– Negócio fechado. Juro - comemorei.

Enquanto decidíamos se ia rolar ou não um sexo anal, meu pinto amoleceu.

Pedi a ela, que voltasse a chupá-lo novamente.

Depois que ele voltou a ficar duro, coloquei Ju de quatro na cama e iniciei uma chupada no seu rabinho.

Para melhorar a visão de sua imensa bunda pedi que abaixasse o máximo possível os ombros sobre a cama.

É difícil descrever com precisão a sensação provocada pela imagem daqueles dois montes arredondados separados em leste e oeste por um profundo canal anal. Que bunda mais gostosa tinha aquela menina. Preocupado que ela desistisse da idéia, apressei-me em colocar outra camisinha e lambuzei bastante creme nívea ao longo dos 20 cm de minha pica para iniciar o serviço o mais rápido possível.

Com muito jeitinho, comecei a introduzir meu pênis no seu ânus. Ju, no início, refugou, mas procurei tranquilizá-la.

– Não se preocupe. Eu juro que só faço aquilo que você quiser. Jamais machucaria uma garota tão linda como você.

Minhas palavras soaram como um tranquilizante para ela e aos poucos foi relaxando o traseiro.

O início foi o mais difícil. A cabeça da pica leva um tempinho para entrar, mas, depois é só seguir devagarinho. Não deu outra.

Com a ajuda do creme - aliás, que santo creme - a cabeça passou pela entrada do seu cuzinho. Depois de alguns instantes de medo, Ju passou a demonstrar que estava gostando:

– Devagarinho, amor, vai, vai...

De repente, Ju soltou um urro de prazer que ecoou em todo o quarto.

– Ai, bem, que pinto gostoso, vai...vai...

Se na frente, a bucetinha não aguentava a tora toda, atrás a história era diferente. Seu popozão gigante engolia meu cacete com vontade. Agradeci novamente ao "cremezinho salvador".

Enfiei até o último centímetro disponível. Acho que se tivesse mais, entrava tudo.

Que rabão maravilhoso, que cuzão enorme tinha a Ju! Comi sua bunda como sempre sonhara. O espelho da parede refletia aquela cena fantástica do meu cacete enterrado na bunda da Ju. Mais eu socava, mais ela gritava e gritava até que, finalmente, Ju sentiu seu primeiro orgasmo anal. Suas pernas bambearam e seu corpo tombou para frente. Continuei a meter rapidamente no seu rabo, deitado sobre a sua bunda. Já sentido o pau esfolado, também gozei alucinadamente.


publicado por Bundas às 20:51
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O que diz a bunda

A Bunda, que Engraçada

A bunda, que engraçada.
Está sempre sorrindo, nunca é trágica
Não lhe importa o que vai
pela frente do corpo. A bunda basta-se.
Existe algo mais? Talvez os seios.
Ora - murmura a bunda - esses garotos
ainda lhes falta muito que estudar.
A bunda são duas luas gêmeas
em rotundo meneio. Anda por si
na cadência mimosa, no milagre
de ser duas em uma, plenamente.
A bunda se diverte
por conta própria. E ama.
Na cama agita-se. Montanhas
avolumam-se, descem. Ondas batendo
numa praia infinita.
Lá vai sorrindo a bunda. Vai feliz
na carícia de ser e balançar.
Esferas harmoniosas sobre o caos.
A bunda é a bunda,
redunda


publicado por Bundas às 20:23
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Segunda-feira, 16 de Abril de 2007

A bunda de parar o transito


publicado por Bundas às 21:31
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A bunda do carnaval


publicado por Bundas às 21:29
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A primeira bunda gostosa


publicado por Bundas às 21:05
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