Sábado, 21 de Abril de 2007

Bunda incendiaria

Esta não é uma simples história de ménage, é quase uma declaração de amor.

Relato somente agora, depois de tanto tempo, porque alguma coisa parecia travar-me. Algo como se estivesse contando um segredo muito íntimo e violando um momento explosivo e inesquecível em minha vida. Ou, melhor dizendo, em nossa vida, já que o caso envolve a minha boa e amada mulher.

Depois de conversar com ela, decidi escrever este relato recheado de tesão e emoção.

Tenho 35 anos, a mesma idade dela. Estamos casados há bastante tempo, o suficiente para termos filhos adolescentes.

Somos muito unidos, mas isso nunca impediu que déssemos nossas escapadelas. Tudo muito natural, sem envolvimento emocional. Porém, nesses casos, há sempre um porém. Minha mulher tinha uma amiga que sempre me atraiu. Seu nome era Vera e, por coincidência, gerente de um fast-food próximo do meu local de trabalho.

Cheguei a dar uns toques em Jurema, minha mulher, mas de nada adiantou. Talvez eu estivesse sendo muito sutil. Mas o fato é que tudo o que eu dizia sobre Vera parecia entrar por um ouvido e sair pelo outro. Percebi que a pretendida aproximação dependeria apenas e tão somente de meus méritos. Fui à luta.

Passei a comer quase todos os dias aqueles amaldiçoados hambúrgueres mesmo correndo o risco de contrair uma úlcera. Vera era simpática, atenciosa e parecia estranhar o meu repentino gosto e apetite por dois lanches. Era a minha deixa e parti para uma abordagem mais direta. Na primeira oportunidade, tasquei-lhe uma pergunta no mínimo embaraçosa: “Como vai a sua vida sexual?” Um sorriso tímido foi sua resposta, logo emendada pelo atendimento de um providencial telefonema. Ela é jovem, tem cabelos loiros longos e um corpo superjeitoso, que, com certeza, provoca tesão em muitos homens.

Aproveitei a hora do fechamento da lanchonete para dar minha cantada fatal. Levei uma garrafa de vinho e, enquanto ela fazia o acerto do caixa, fui servindo-lhe a bebida. O papo com ela e a idéia do que estava para rolar deixaram meu membro duro como pedra. Não resisti e arrisquei um “olha como você está me deixando. É sempre assim. Tenha dó e dê um pouco de atenção a este seu amigo”. Nem precisei continuar meu discurso. Enquanto dispensava os dois últimos empregados, dizendo que ela mesma fecharia a casa (a porta de aço já estava baixada), encostou sua bunda maravilhosa em meu cacete. Minha sorte foi que Vera já estava há algum tempo sem namorado fixo, o que significava, com toda a certeza, que estava um bocado carente. Eu estava muito a fim de transar com ela ali mesmo, mas a prudência recomendava outra saída. Motel, nem pensar, tenho trauma desses lugares desde que fui vítima de um assalto em um deles. Restava a casa dela, porém ela ainda estava indecisa, pensando em como isso poderia acabar sua amizade com minha mulher. Tentei explicar-lhe que não era por aí, mas de nada adiantou. Para resumir a história, acabei por não comê-la naquela noite, porém esporrando na cueca e ficando com uma ridícula e comprometedora mancha na calca, como um adolescente depois do malho na namorada.

Deixei a transa para o dia seguinte, ou para quando desse. E, no dia seguinte, lá fui eu, no fim da tarde, desta vez com uma garrafinha de uísque, algo mais substancial e proporcionalmente mais explosivo quando o assunto é sexo. O problema agora passara a ser meu e eu já tinha um plano. O recurso do sentar no colo voltou a se repetir, só que desta vez por baixo do vestido, em contato direto com a maravilhosa bundinha que não vestia nenhuma calcinha. Foi um choque e uma lembrança óbvia e adolescente. No carro, ou melhor, no estacionamento. Naquela hora, a garagem já deveria estar às moscas. Rumamos como loucos, como dois namoradinhos, para o carro e lá Vera voltou a sentar no meu colo.

Assim que ela se acomodou sobre o meu colo naquele estacionamento vazio, abri o zíper e fiz com que meu caralho pulasse para fora. Vera estava super excitada e por isso mesmo lubrificada o suficiente para que meu cacete deslizasse para dentro dela com uma incrível facilidade. Segurando o volante do carro, ela rebolava para que meu cacete entrasse e saísse com uma incrível velocidade. Sua boceta era um vulcão, quente e envolvente.

Uma coisa decididamente arrebatadora.

O zíper estava incomodado e, por isso, decidi abaixar totalmente a calça. Ela voltou a sentar e a rebolar. E, quanto mais ela rebolava, mais aquela bunda me atraía. Lambi sua orelha e pedi a ela que deixasse colocar só um pouco em seu cuzinho. Vera topou na hora. Ajeitou-se como pôde e foi descendo a bunda para que eu pudesse encostar minha glande em seu buraquinho. Como meu pau estava muito duro e já bastante lubrificado com sua seiva abundante, não foi muito difícil penetrar aquele botãozinho. Ela gemeu um pouco, mas, quando passei a masturbar sua bocetinha, ela relaxou e abriu o caminho para que eu entrasse com tudo. Eram dois corpos unidos num só prazer. Nós dois corcoveamos e fizemos o carro balançar mais do que numa estrada esburacada. Gozamos juntos, em uma só explosão. Nem sei quantos orgasmos Vera teve, assim como a quantidade de porra que jorrei em seu canal.

Lambuzada e satisfeita, Vera despencou para o banco do lado. Deu-me um beijo e disse que queria ser minha amante. Foi aí que as coisas poderiam ter se complicado. Entusiasmado com a proposta de Vera, na mesma noite contei à minha mulher tudo o que havia acontecido. Estava convencido de que era um momento delicado mas definitivo para provar a mim mesmo e à minha mulher que um casamento não é apenas sexo e que ele pode ser compartilhado de muitas outras formas. A inclusão formal de uma terceira pessoa em nosso relacionamento poderia decretar o fim das escapadelas e das traições consentidas.

Acho que meus argumentos a convenceram e logo no primeiro final de semana, após a transa com Vera, tivemos nosso primeiro ménage. Tudo correu maravilhosamente bem, coroado pelo sexo anal com nossa amiga. Uma doce loucura que durou bastante tempo. Até que, para nossa frustração, Vera se casou, uma nova condição que poderia complicar nosso relacionamento, já que seu mando é um tanto ciumento. Mas, como tudo na vida muda, quem sabe não possamos ainda, um dia, tentar um swing? A lembrança de todas aquelas noites, principalmente da minha primeira transa com Vera, faz meu corpo renascer. Sei que essa história está levando até vocês um pouco da experiência de um homem adulto e saudável, para quem o sexo pode ser a melhor coisa do mundo, quando consentido e equilibrado.


publicado por Bundas às 21:21
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